segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Parabéns aos aprovados da Unicamp!


No mês de aniversário da Ânima, gostaríamos também de dar os parabéns aos nossos alunos e ex-alunos aprovados no vestibular da Universidade de Campinas em 2011!
- Aline Yochikawa
- Bruna Mello
- Fernanda Gaspar
- Mariana Fujisawa
- Patrícia Bonadio
- Plínio Checon
- Raquel Okano
- Stephanie Penteado
- Tadeu Siqueira
Ficamos felizes por termos feito parte da história deles e acompanhado mais essa vitória, especialmente por colaborarmos para o sucesso dos aprovados nos cursos de Artes Visuais e Arquitetura!
* Se você é nosso aluno ou ex-aluno, passou na Unicamp este ano e seu nome não está aqui, por favor, nos avise!

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Professor da Ânima em Antologia de Mangá

Já não era sem tempo! Finalmente será lançada uma antologia de mangás feita por mangakás brasileiros!

A AÇÃO MAGAZINE é um projeto com objetivo de trazer ao mercado editorial brasileiro o sistema de almanaques japoneses, um formato que gera bons resultados tanto no Japão quanto como nos Estados Unidos, Alemanha e França. O que se quer é trazer novos personagens, novas idéias e novos sucessos para a vida do leitor brasileiro.
Nos moldes da famosa SHONEN JUMP japonesa, a AÇÃO pretende usar ferramentas que medirão a popularidade das séries e determinarão quem fica e quem deve dar lugar a uma nova série, abrindo assim espaço para novos artistas.
A seleção de material novo prima pela qualidade da história e da arte tanto quanto pela postura profissional dos artistas, desenhistas e roteiristas. Como uma publicação que procura lançar novas tendências e personagens, a inovação e o potencial para outras mídias e formatos serão avaliados com o mesmo cuidado.
A AÇÃO MAGAZINE se propõe a ser uma publicação de entretenimento de massa, no mesmo espírito que fez dos quadrinhos japoneses um dos mais bem-sucedidos do mundo. Uma fonte de novas idéias para o mercado, alimentando o imaginário de leitores antigos e conquistando os novos.
Abaixo você confere as séries iniciais da revista e a Ânima Academia de Arte tem o prazer e o orgulho de divulgar que um de seus professores de Mangá, Maurilio DNA, é desenhista de uma das séries, fazendo dupla com o ex-aluno Victor Strang (roteirista). Também nosso ex-aluno Altair Messias participa da revista desenhando a série sobre Boxe "Jairo".
Parabéns, pessoal, pelo execelnte trabalho! Isso é prova de que o Brasil tem muito para oferecer na área de mangás, e só precisa mesmo de uma iniciativa legal como essa pra fazer o mundo do quadrinho nacional tomar corpo!
As seis primeiras séries da AÇÃO MAGAIZNE serão:
RAPSÓDIA, de Fábio Satoshi Sakuda e Carlos Sneak: uma saga de fantasia onde um bardo de um povo pequenino caça os gigantes que atormentam seu mundo.
EXPRESSO, de Alexandre Lancaster: uma série steampunk (ficção científica de época),em que um inventor adolescente enfrenta várias ameaças no Brasil do começo do século XX.
MADENKA, de Will Walber: uma série de luta em um mundo repleto de criaturas de nosso folclore, mas que não são nem um pouco inofensivas como nos ensinaram na escola…
JAIRO, de Michele Lys, Renato Csar e Altair Messias: um quadrinho esportivo com Jairo treinando para alcançar a medalha de ouro no Boxe Olímpico em 2016.
ARCABUZ, de Márcio Gonçalves e Roberta Pares Massenssini: uma aventura capa-e-espada durante a era da União Ibérica. Romance, tesouros, piratas e duelos.
TUNADO, de Maurílio DNA e Victor Strang: uma série de rachas automobilísticos nos moldes de Velozes e Furiosos, com carros tunados e muita adrenalina.
O twitter da revista já está ativo - @AcaoMagazine e você pode ver o preview em http://issuu.com/acaomagazine/docs/amagpreview

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A Arte Clássica está Morta

Não sei quem é que foi o engraçadinho que disse esta frase. Também não lembro onde ouvi. Meu cérebro deve ter bloqueado a informação inútil e ofensiva.
Ora, eu defender a Arte Clássica com unhas e dentes é algo compreensível. Previsível. Nos artistas clássicos tenho minha formação e paixão, admirando suas linhas aprendi a entender o belo, perceber a perspectiva, captar o sentimento e ver a Arte.
Mondrian, Miro, Warrol e Hiller. Dentre tantos outros artistas modernos nem me passa pela cabeça criticá-los. Afinal, quem sou eu? Não desgosto da arte moderna, apenas não considero seus conceitos tão interessantes quanto as belíssimas faces de Botticelli ou o Cangiante, a técnica da cor, de Michelangelo.
Nunces, delicadeza, graciosidade e força. É o que me vem à cabeça quando penso em arte clássica. Sem contar a genialidade dos grandes mestres do Renascimento. Da Vinci e Michelangelo não eram apenas excelentes desenhistas e pintores. O primeiro projetou incríveis invenções que o homem só poderia concretizar 400 anos depois. E o segundo, o que dizer? Michelangelo foi também escultor, arquiteto e poeta.
Michelangelo maravilha o mundo até hoje com sua Pietà, as esculturas do túmulo dos Médici e seu Davi. Projetou a cúpula da Capela de São Pedro e a maravilhosa escada da biblioteca Laurenziana. Seus inúmeros poemas descrevem, com peculiar sentimento, como é estar vivo dentro da Arte.
Da Vinci, enquanto isso, foi capaz de reurbanizar a Milão medieval, idealizando um plano de saneamento até então jamais pensado. Criou modelos para o estudo de anatomia, dissecando cadáveres, o que era proibido na Idade Média. Montou projetos para tanques de guerra e helicópteros, algo que a humanidade só foi capaz de desenvolver no século XX.
Como matar a arte de tais mestres e de tantos outros? Donatello, Caravaggio, Giotto, David, Rafael. Cada um tem sua contribuição para a História da Arte e para a própria humanidade. Sua arte e importância é crucial. O que a arte moderna tem de tão especial que possa tirar o clássico de nossas referencias artísticas?
Não querendo fazer pouco dos artistas contemporâneos, mas mostre-me um deles, um apenas, que tenha a genialidade de Leonardo da Vinci ou a pluralidade de Michelangelo Buonarroti. Aí então, só então, podem matar a arte clássica.